Desde o seu lançamento em 2010, Meu Malvado Favorito se tornou um sucesso de bilheteria e cativou fãs de todas as idades. O filme conta a história de um vilão chamado Gru, que deseja roubar a Lua, mas acaba se apaixonando por suas adoráveis filhas adotivas. Em 2013, uma continuação foi lançada e apresentou um novo personagem: El Macho.

Este último foi dublado pelo polêmico político brasileiro Marco Feliciano. Feliciano é um pastor evangélico e deputado federal que ficou conhecido por seus discursos controversos sobre questões sociais, como homossexualidade, aborto e racismo. Ele é conhecido por ter posicionamentos extremos e já causou muitas polêmicas durante sua carreira.

No entanto, a escolha de Feliciano para o papel em Meu Malvado Favorito 2 causou ainda mais controvérsia. Muitos fãs do filme e grupos LGBT não ficaram felizes com a escolha do político como dublador de El Macho, e uma petição online foi criada para removê-lo do filme. A petição acabou acumulando mais de um milhão de assinaturas.

No entanto, os produtores do filme permaneceram firmes em sua escolha, alegando que Feliciano foi escolhido porque ele tem uma voz marcante e apropriada para o personagem. Eles também afirmaram que não se importavam com a orientação política ou religiosa de seus dubladores.

Apesar das polêmicas em relação à escolha de Feliciano, é importante ressaltar que o filme em si não promove nenhum tipo de intolerância ou discurso de ódio. Ele é uma obra de ficção destinada a entreter as pessoas e não tem a intenção de influenciar negativamente as pessoas.

No entanto, as declarações polêmicas do político em relação a questões sociais não podem ser ignoradas. Ele já fez declarações consideradas homofóbicas, além de se envolver em uma polêmica sobre racismo. Isso, obviamente, gerou uma grande controvérsia em torno de sua escolha para o papel.

Em resumo, a participação de Marco Feliciano em Meu Malvado Favorito 2 foi extremamente controversa e gerou debates acalorados sobre liberdade de expressão, tolerância e discurso de ódio. Independentemente do posicionamento político ou religioso de alguém, é importante lembrar que o respeito e a compaixão devem sempre ser priorizados.